Destaques de Hoje

Ceará

Novas cédulas de R$ 2 e de R$ 5 começam a circular nesta segunda

As novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 começam a circular pelo País nesta segunda-feira, conforme anúncio do Banco Central (BC) da últma semana. A chamada Segunda Família de cédulas foi lançada em fevereiro de 2010 com o objetivo de evitar falsificações.

As novas notas têm tamanhos diferentes das antigas, sendo que a de R$ 2 é a menor delas, com 12,1 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Já a de R$ 5 tem 12,8 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Todas as cédulas da Primeira Família do real tinham 14 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Segundo o BC, além dos tamanhos diferenciados, as novas cédulas possuem elementos de segurança mais modernos e mais fáceis de verificar.

Segundo o BC, os principais dispositivos de segurança das cédulas são a marca d'água, quebra-cabeça - no qual aparece o valor da nota quando ela é colocada contra a luz -, marca tátil, impressão em alto relevo e elementos fluorescentes.

As notas de R$ 50 e R$ 100 foram lançadas ainda em 2010, porque, segundo o governo, as antigas eram mais suscetíveis à falsificação. A previsão inicial era de que todas as novas cédulas estivessem em circulação em um período de dois anos, prazo que não foi cumprido. De acordo com o BC, as cédulas já existentes continuarão valendo até a substituição integral.

O BC lançou, em junho deste ano, o site http://www.dinheirobrasileiro.bcb.gov.br/segunda-familia-cedulas.html, para que os brasileiros pudessem tirar dúvidas sobre as novas cédulas.

Taxa de desemprego sobe para 6% em junho


A taxa de desemprego subiu para 6% em junho, conforme mostrou a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. Em maio, a desocupação estava em 5,8% e, em junho de 2012, em 5,9%. Esta é a maior taxa para o mês desde 2011, quando marcou 6,2%. Pesquisa da agência Reuters mostrou que, pela mediana das previsões de dezessete analistas consultados, a taxa ficaria estável em 5,8% no mês passado.

Ainda segundo o IBGE, o número de pessoas desocupadas não teve variação estatística significante ante maio e permaneceu em 1,5 milhão de pessoas, mesmo patamar de junho de 2012. O mesmo movimento foi visto no número de ocupados, que segue em 23 milhões de brasileiros.

Já o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou estável em relação a maio de 2013 (11,5 milhões de pessoas), mas cresceu 3,2% na comparação com junho do ano passado, representando um adicional de 359 mil postos de trabalho com carteira assinada.

"Analisando o contingente de ocupados segundo os grupamentos de atividade, de maio para junho de 2013, destaca-se queda de 3,3% na Indústria, único grupamento que mostrou variação", diz o IBGE.

Em termos salariais, o rendimento médio real habitual dos ocupados caiu de 1.872,03 reais em maio para 1.869,20 reais em junho. Contudo, na comparação com junho de 2012 (1.854,13 reais), houve um leve aumentou de 0,8%. O rendimento não acompanhou a alta da inflação, que entre junho de 2012 e 2013 acumulou alta de 6,70%.

Por Revista Veja

PIB cearense cresce 1,94%, mas setor agropecuário registra baixa expressiva

O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará registrou alta de 1,94% no primeiro trimestre de 2013, na comparação com o mesmo período do ano passado.

O índice que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos superou a média nacional, que foi de 1,90%.

Os dados apontam que as taxas do PIB dos últimos quatro trimestres mostram um crescimento de 3,0% para o Ceará e de 1,2% para o Brasil.

De acordo com o resultado, o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) mantém uma estimativa de crescimento do PIB acima a perspectiva do índice nacional.

A porcentagem do PIB levou em conta os setores da indústria, serviços e agropecuária.

O setor industrial do Ceará ficou em destaque e contribuiu para o crescimento econômico do Estado, com índice de 4,08%.

O segmento de serviços do Ceará evoluiu 2,26%, mas o setor agropecuário fechou em menos 5,94%,. O resultado negativo é classificado como um reflexo da estiagem no Estado.

O PIB trimestral é calculado para mostrar a tendência do desempenho econômico em curto prazo e podem passar por alterações quando publicados os números definitivos de 2012 pelo IBGE.

Por Redação Web, via Ceará Agora
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